terça-feira, 22 de maio de 2012

Biblioteca Hilda Hilst (na República Dominicana) Cristiane Grando *

Fotos da Biblioteca Hilda Hilst: Cristiane Grando, 2010.
Em 23 de março de 2009, ao criar o Centro Cultural Brasil – República Dominicana (CCB-RD), foi formada a Biblioteca Hilda Hilst, a primeira no mundo que tem o nome da poeta, ficcionista e dramaturga paulista (Jaú, 1930-Campinas, 2004). O CCB-RD é a extensão cultural da Embaixada do Brasil em São Domingos. Como diretora-fundadora, criei um projeto de “casa-livro”: as portas e paredes da casa transmitem a ideia de unidade, como se cada sala fosse um capítulo, e cada parede, várias páginas. A cozinha, por exemplo, apresenta a biografia e alguns poemas de Adélia Prado, receitas de brigadeiro e a letra de “Feijoada completa” de Chico Buarque. A sala de aula chamada Manuel Bandeira apresenta na porta a biografia do autor e, em suas paredes, mapas de anatomia e textos de medicina, fazendo referência à tuberculose que o acompanhou durante toda a sua vida.
O Centro Cultural Brasil – República Dominicana oferece cursos de “Língua Portuguesa e Cultura Brasileira”, além de cursos temáticos. Seus estudantes, para ler e pesquisar, podem frequentar, de segunda a sábado, a Biblioteca Hilda Hilst, formada por documentos em português, vindos do Brasil como doações: livros, revistas, jornais culturais, CDs e DVDs doados pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE), Ministério da Cultura (MinC), Câmara Brasileira do Livro (CBL), Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” (Tatuí-SP), Instituto Itaú Cultural, Editora Globo (as “Obras Reunidas de Hilda Hilst”), por inúmeros editores e autores, além de doações de brasileiros que vivem na República Dominicana e das construtoras brasileiras Norberto Odebrecht e Andrade Gutierrez.

Foto do CCB-RD: Domingo Fermin, 2009.
O acervo da Biblioteca Hilda Hilst está formado por mais de duas mil obras, desde artes, gramática e literatura até os mais diversos temas e áreas do conhecimento: medicina, arquitetura, diplomacia, etc.
Como difusão da literatura e da cultura brasileira, além dos cursos de língua portuguesa e promoção de eventos culturais, a publicação de livros traduzidos tem seu papel fundamental. Em alguns casos, as publicações são bilíngues, especialmente quando se trata de poesia.
Gostaria de registrar minha gratidão a todos os que defendem a importância da leitura e da publicação de livros como meio de difusão cultural. Um agradecimento especial a Espérance Aniesa e Carlos Patiño, meus cotradutores (francês e espanhol).

Cristiane Grando por
Rubens Muzzin, 2002.
* Cristiane Grando
 Cerquilho-SP, Brasil, 15 de janeiro de 1974. Escritora brasileira. Tradutora de textos literários (francês, espanhol e português). Autora de Fluxus, Caminantes, Titã, Gardens, grãO, Galaxia e Claríssima - poesia em português, francês, espanhol, catalão, inglês e italiano. Laureada UNESCO-Aschberg de Literatura 2002. Doutora em Literatura (USP, São Paulo), com pós-doutorado em Tradução (UNICAMP, Campinas), sobre as obras e manuscritos de Hilda Hilst. Diretora-fundadora do espaço cultural Jardim das Artes (Cerquilho-SP, Brasil, 2004-2005) e do Centro Cultural Brasil-República Dominicana (São Domingos, 2009-2011). Seus textos estão publicados em inúmeras antologias, jornais e revistas impressas e virtuais de diversos países da América e Europa. Possui ampla experiência em leitura de poesia no Brasil, França, Chile, Argentina, República Dominicana, Haiti, Porto Rico e EUA, em congressos de poesia, eventos culturais, acadêmicos, feiras  e bienais de livro.

Blog “Fluxus”, poesia ilustrada:                    Página web em espanhol:            crisgrando@gmail.com


Corresponda-se conosco ou apareça para ver nosso acervo!

Centro Cultural Brasil-República Dominicana
Biblioteca Hilda Hilst
Calle Hermanos Deligne, 52
Gazcue - Santo Domingo
REPÚBLICA DOMINICANA




Bibliothèque Hilda Hilst (en République Dominicaine)

Cristiane Grando *

Saint Domingue, mars 2012
Texte écrit spécialement pour le blog de Sônia Mara.

Le 23 mars 2009, en même temps que fut fondé le « Centro Cultural Brasil – República Dominicana » (CCB-RD), fut créée la Bibliothèque Hilda Hilst, la première dans le monde qui porte le nom de la poétesse, nouvelliste et dramaturge brésilienne (Jaú, 1930-Campinas, 2004). Le CCB-RD est l’extension culturelle de l’Ambassade du Brésil à Saint Domingue. En tant que fondatrice et directrice de ce centre, j’ai conçu un projet de « maison-livre ». En effet, les portes et les murs de la maison reflètent l’idée d’une unité, comme si chaque salle en était un chapitre et chaque mur des pages de celui-ci. La cuisine, par exemple, présente la biographie et quelques poèmes d’Adélia Prado, des recettes de « brigadeiro » et les paroles de la chanson « Feijoada completa » de Chico Buarque, deux textes qui se réfèrent à des plats typiques du Brésil. La salle de cours appelée « Manuel Bandeira » présente sur la porte la biographie de l’auteur et, sur ses murs, on peut y voir des planches d’anatomie et des textes de médecine, en référence à la tuberculose qui l’a accompagnée toute sa vie.

Le Centre Culturel Brésil – République Dominicaine offre des cours de Langue Portugaise et de Culture Brésilienne, en plus de cours thématiques. Les étudiants peuvent fréquenter la Bibliothèque Hilda Hilst, du lundi au samedi, pour y lire ou faire des recherches. Celle-ci est composée de documents en portugais venus du Brésil ainsi que de dons de livres, revues, journaux culturels, CD et DVD du Ministère des Relations Extérieures (MRE), du Ministère de la Culture (MinC), de la Chambre Brésilienne du Livre (CBL), du Conservatoire de Musique et Art Dramatique “Dr. Carlos de Campos” (Tatuí-SP), de l’Institut Culturel Itaú, de la Maison d’Edition Globo (« Les Œuvres Réunies de Hilda Hilst »), par plusieurs éditeurs et auteurs. Enfin, des Brésiliens résidant en République Dominicaine et les entreprises brésiliennes Norberto Odebrecht et Andrade Gutierrez font également partie des donateurs.

La Bibliothèque Hilda Hilst possède plus de deux mille œuvres sur des thèmes et champs d’étude des plus divers comme l’art, la littérature, grammaire, médecine, architecture, diplomatie, etc.

En tant que diffusion de la littérature et de la culture brésilienne, en plus des cours de langue portugaise et de la promotion d’événements culturels, l’édition de livres traduits joue un rôle fondamental. Quelque unes des publications sont bilingues, en particulier celles concernant la poésie.

J’aimerais faire part à cette occasion de ma gratitude envers tous ceux qui soutiennent l’importance de la lecture et la publication des livres comme moyen de diffusion culturelle. Un remerciement tout particulier à Espérance Aniesa et Carlos Patiño, mes adjoints en traduction française et espagnole.

Cristiane Grando por
Rubens Muzzin, 2002.
* Cristiane Grando
Cerquilho-São Paulo, Brésil, 15 janvier 1974. Écrivain brésilienne. Traductrice de textes littéraires (français, espagnol et portugais). Auteur de Fluxus, Caminantes, Titã, Gardens, grãO, Galaxia et Claríssima - poésie en portugais, français, espagnol, catalan, anglais et italien. Lauréate UNESCO-Aschberg de Littérature 2002. Docteur en Littérature (USP, São Paulo), Post-doctorat en Traduction (UNICAMP, Campinas) d’œuvres et manuscrits de Hilda Hilst. Directrice-fondatrice de l’espace culturel Jardim das Artes (Cerquilho, Brasil, 2004-2005) et du Centre Culturel Brasil-República Dominicana (Saint Domingue, 2009-2011). Ses textes ont été publiés dans plusieurs anthologies, journaux, revues imprimées et numériques de plusieurs pays d’Amérique et d’Europe. L’auteur a une large expérience en lecture publique de poésie au Brésil, en France, au Chili, en Argentine, en République Dominicaine, à Haïti, au Porto Rico et aux USA. Elle intervient dans des congrès de poésie, lors d’événements culturels, académiques, foires et biennales du livre.

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Biblioteca Hilda Hilst (en La República Dominicana)
Cristiane Grando *

Santo Domingo, marzo de 2012
Escrito especialmente para el blog de Sônia Mara:

El 23 de marzo de 2009, al crear el Centro Cultural Brasil – República Dominicana (CCB-RD), fue abierta la Biblioteca Hilda Hilst, la primera en el mundo que tiene el nombre de la poeta, novelista y dramaturga brasileña (Jaú, 1930-Campinas, 2004). El CCB-RD es la extensión cultural de la Embajada de Brasil en Santo Domingo. Como directora-fundadora, yo creé un proyecto de “casa-libro”: las puertas y paredes de la casa transmiten la idea de unidad, como si cada sala fuera un capítulo, y cada pared, varias páginas. La cocina, por ejemplo, presenta la biografía y algunos poemas de Adélia Prado, recetas de “brigadeiro” y la letra de la canción “Feijoada completa” de Chico Buarque, dos textos que hacen referencias a comidas típicas de Brasil. El aula llamada “Manuel Bandeira” presenta en la puerta la biografía del autor y en sus paredes, tablas de anatomía y textos de medicina, una referencia a la tuberculosis que lo acompañó durante toda su vida.
El Centro Cultural Brasil – República Dominicana ofrece clases de “Língua Portuguesa e Cultura Brasileira”, además de cursos temáticos. Sus estudiantes, para leer e investigar, pueden frecuentar, de lunes a sábado, la Biblioteca Hilda Hilst, constituida por documentos en portugués, venidos desde Brasil como donaciones: libros, revistas, periódicos culturales, CDs y DVDs donados por el Ministerio de Relaciones Exteriores (MRE), Ministerio de Cultura (MinC-Brasil), por la Cámara Brasileira del Libro (CBL), el Conservatorio de Música y Artes Dramáticas “Dr. Carlos de Campos” (Tatuí-SP), el Instituto Itaú Cultural, la Editora Globo (“Obras Reunidas de Hilda Hilst”), y por innumerables editores y autores, además de donaciones de brasileños que residen en la República Dominicana y de las constructoras brasileñas Norberto Odebrecht y Andrade Gutierrez.

El acervo de la Biblioteca Hilda Hilst reúne más de dos mil obras, desde artes, gramática y literatura hasta los más diversos temas y áreas del conocimiento: medicina, arquitectura, diplomacia, etc.

Como difusión de la literatura y la cultura brasileña, además de los cursos de lengua portuguesa y promoción de eventos culturales, la publicación de libros traducidos tiene un papel fundamental. En algunos casos, las publicaciones son bilingües, especialmente cuando se trata de poesía.

Quisiera dar las gracias a todos los que defienden la importancia de la lectura y la publicación de libros como medio de difusión cultural. Un agradecimiento muy especial a Espérance Aniesa y Carlos Patiño, mis colaboradores en traducción francesa y española.

Cristiane Grando por
Rubens Muzzin, 2002.
* Cristiane Grando

Cerquilho-São Paulo, Brasil, 15 de enero de 1974. Escritora brasileña. Traductora de textos literarios (francés, español y portugués). Autora de Fluxus, Caminantes, Titã, Gardens, grãO, Galaxia y Claríssima- poesía en portugués, francés, español, catalán, inglés e italiano. Laureada UNESCO-Aschberg de Literatura 2002. Doctora en Literatura (USP, São Paulo), con post-doctorado en Traducción (UNICAMP, Campinas), sobre las obras y manuscritos de Hilda Hilst. Directora-fundadora del espacio cultural Jardim das Artes (Cerquilho-SP, Brasil, 2004-2005) y del Centro Cultural Brasil-República Dominicana (São Domingos, 2009-2011). Sus textos están publicados en innumerables antologías, periódicos y revistas impresas y virtuales de diversos países de América y Europa. Tiene amplia experiencia en lectura de poesía en Brasil, Francia, Chile, Argentina, República Dominicana, Haití, Puerto Rico y EUA, en congresos de poesía, eventos culturales, académicos, ferias y bienales de libro.

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sexta-feira, 11 de maio de 2012

Uma Biblioteca para o Centenario da UFPR



Este ano de 2012 é um ano especial: comemoramos o centenário da UFPR. Nesta data tão importante vamos inaugurar a Biblioteca do Campus Rebouças. A nova biblioteca vai testemunhar a importância das coisas deste novo tempo, onde o novo caminha ao lado do antigo. Esta nova construção  situa-se no mesmo espaço do Teixeira Soares. O Teixeira Soares é um edifício construido em 1941. O nome é uma homenagem ao engenheiro Dr. Joao Teixeira Soares, um glorioso homem da engenharia brasileira.  Uma mistura que exprime a passagem do tempo em sintonia com o presente e o futuro.
Convidada a contribuir com a organização desta nova unidade, tenho a definição destes primeiros passos como um desafio, porém  encantador, leve e primoroso. Percebo um ponto em comum com esta biblioteca que nasce: ambas estamos em início de carreira, enfrentando os desafios do competitivo, das escolhas do planejamento, da realização, da transformação. No entanto, não estamos sozinhas: esta estrutura em formação é um projeto audacioso, a cargo de uma grande equipe formada, na sua concepção macro, por engenheiros, arquitetos, pedreiros, eletricistas entre outros profissionais. Na concepção de “espaço pensado” temos todas as bibliotecárias da HE (Biblioteca de Ciencias Humanas e educaçao) e seu pessoal administrativo, pessoas da Biblioteca Central,  professores,  e também o apoio de tantos outros colaboradores da UFPR. Gente idealista, com conhecimento e experiência que faz com que, de um esboço, haja transformações proveitosas em todos os aspectos. Somos uma equipe!
Esta nova Biblioteca será um elemento de transformação, abrangência social, cultural, coletiva e política. Esperamos que o princípio transformador deste espaço seja o de sintetizar educação e instrução. Pensamos que o principal capital serão as pessoas que ali se desenvolverão intelectualmente, prepararão seu percurso profissional, enriquecerão sua cultura e seus valores pessoais. Acreditamos que conhecimentos e competências podem ser adquiridos através de ações de formação, entre elas ações de leitura.
Considero esta uma oportunidade de crescimento profissional. Um mundo novo, de infinitas experiências, onde a atenção deverá ser sempre redobrada a fim de acompanhar as nuances que o cargo exige. Há uma gama infinita de possibilidades, um desabrochar de novas perspectivas em relação a esta profissão, de bibliotecaria, que, considero eu, é infinitamente promissora. Para tanto, é de suma importância a troca de informações e experiências com outros profissionais da área. O compartilhamento de idéias é fundamental. Quando Profissionais e Instituições se unem, geramos grandes benefícios ao serviço que escolhemos prestar à sociedade.




quarta-feira, 9 de maio de 2012

Catamaran PlanetSolar passa á Marseille/ Catamaran PlaneSolar arrive á Marseille

Albert de Monaco et Pierre Passot
Catamaran PLANETSOLAR
O primeiro Iate Catamaran movido unicamente a energia solar: chama-se PlanetSolar e poderá navegar a oito nós - o que se traduz numa média de 13 km/h. A criação é de Raphael Domjan e de Gerard D'Abouville, que retornam da primeira viagem de circum-navegação ao mundo com o navio que utiliza 470 metros quadrados de painéis solares.
O navio mede 30m x 15,2m, tem autonomia de navegação até três dias, mesmo em escuridão total, e as baterias ficam totalmente carregadas depois de dois dias de sol com o navio parado. Os painéis solares, no seu desempenho total, podem armazenar 100 kilowats de energia. Sendo que são apenas necessários 20 para navegar, isto he dá uma grande margem para funcionar corretamente durante a noite e quando o céu está nublado.

Pierre Passot et Jean Michel Cousteau 2012


Albert de Monaco et Jean Michel Cousteau 2012

O grande objetivo deste projeto é a circum-navegação numa extensão de 60.006 km através dos oceanos, promovendo as energias renováveis. Apesar de ter fins comerciais, o PlanetSolar procura a consciencialização para os problemas ambientais, passando uma mensagem de praticismo e otimismo. Ao pôr este navio a funcionar, a Knierim Yacht Club está a dizer ao mundo: sim é possível, conseguimos viver sem petróleo.
 Os mentores do projeto criaram também a cidade do Planeta Solar, um museu composto por três esferas que promove o desenvolvimento sustentável.
Hoje, nove de maio á Marseille o evento de comemoração pelo seu retorno, com a participação do Príncipe Albert de Mônaco, Jean Michel Cousteau e  Pierre Passot  entre outros.

sábado, 5 de maio de 2012

Ultima homenagem à Albert Falco/ Dernière hommage à Albert Falco



Jean Michel Cousteau e um grande numero de amigos de Alberto Falco estarao presentes em Marseille no dia 9 de maio para uma ultima homenagem. As cinzas de Bebert (como era conhecido por seus amigos) serao lançadas ao mar, na reserva marinha de Calanques de Cassis que tem o seu nome.

Alberto Falco, marinheiro, mergulhador profissional, chefe de mergulho  e o primeiro Oceonauta do mundo. Mais tarde terminou sua carreira como Comandante do navio Calypso.

O primeiro mergulho com o modelo denominado “soucoupe plongeante Delphine” foi um grande desafio, porque em 1959 aconteceram as verdadeiras “premiers”, era o desconhecido total.
Neste primeiro mergulho Bebert foi o piloto, 350 metros de profundidade, desconhecido total, nenhuma experiencia anterior foi feita no meio subaquatico. Uma verdadeira exploraçao no fundo do oceano. . 
Pierre Passot com Albert Falco e sua esposa Maryvone - 2011
Se houvesse um acidente, o risco menor seria a morte certa, nenhuma possibilidade de socorro.
Durante toda a sua vida Alberto Falco dedicou-se a proteçao e ao cuidado  dos mares e da vida marinha.

SAUDADES DE VOCE 







Pierre Passot et JM Cousteau -  2011 

Pierre Passot, JM Cousteau, Albert Falco

Momentos de alegria com Albert Falco 2011


Jean Michel Cousteau  et un très grand nombre d'amis d'Albert Falco seront présent à Marseille le 9 mai pour un dernier hommage. Les cendres de Bebert seront remis à la mer dans la réserve marine qui porte son nom à  Calanques de Cassis.


Abert Falco Marin-plongeur-chef plongeur- 1° océanaute au monde et il finit sa vie professionnelle  comme commandant de la Calypso.

La première plongée avec la soucoupe plongeante "Delphine"   c'est un grand défis  car 1959    c'était des vraies premières,   c'était l'inconnu total.
Cette  première plongée    c'est Bebert le pilote, 350 mètres, l'inconnu total   avec aucune expérience avant......... un vrai exploit,  et si accident........problème mineur  c'était la mort certaine car aucun secours possible.
Puis, toute sa vie est dédié à protéger l’eau, la mer, la vie marine

A equipe da Calypso, reunida para o Centenàrio de JY Cousteu